terça-feira, 1 de maio de 2012

FERIDAS DA ALMA


Certa vez um caminhoneiro após batalhar muitos anos para comprar seu próprio caminhão consegue fazê-lo, e quando regressou para seu lar em total alegria entrou em disparado para contar a novidade à sua esposa.
Na ânsia e alegria da comemoração nem se deu conta que seu filho, ainda uma criança, estava ao lado de fora brincando. Quando o pai se distraiu o menino foi brincar com uma marreta como se fosse mecânico no lindo e caríssimo caminhão de seu pai.
O homem ao se deparar com aquela cena tomou a marreta em suas mãos e numa atitude impensada bateu muito nas mãos do menino.
A mãe desesperada com muito custo conseguiu retirá-lo das mãos do pai, que logo voltou a si e correu para o hospital com o menino. Após algumas horas de cirurgia o pai já estava bem mais calmo e um tanto quanto arrependido, então o médico fala aos pais que o menino está bem e que eles já podem ir vê-lo.
Ao entrar no quarto o menino com seu olhar inocente diz:
- Papai! Me desculpe, eu não queria quebrar o seu caminhão…
O pai com seu semblante cabisbaixo diz:
- Filho, não tem problema, não faz mal…
E o menino para surpresa de seu pai mostrou as mãozinhas e diz:
- Pai, então devolve meus dedinhos…
Moral da história:
Muitas das vezes agimos de forma errada e falamos palavras desnecessárias, que ferem o coração, a alma e criando seqüelas seríssimas.
Devemos pedir ao Senhor para nos dar mansidão e domínio próprio para tomar qualquer atitude, pois as feridas do passado ou do presente só o Senhor pode curar.

PARA QUE SERVEM AS AFLIÇÕES




Você está passando por aflições? Sabe o que elas representam ?


Disse Deus :


’’Eis que te purifiquei, mas não como a prata : provei-te na fornalha da aflição.” ( Isaias 48:10)


Saiba que :


”Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas’’.


(Salmos 34:19)


Como agir nos momentos de aflições ?


Davi, franzino, servo de Deus, tinha diante dele Golias, um gigante, com armadura e espada.


O que fez Davi ?


Chamou sua mãe?


Escondeu-se?


Saiu correndo?


Desesperou-se?


Não!


Ele confiou em Deus o tempo todo.


Enfrentou o gigante!


Davi matou Golias e arrancou sua cabeça.Deus o livrou porque Davi confiou Nele.


Moisés se deparou com um mar a sua frente. Faraó atrás perseguindo-o .


O que fez Moisés?


Mergulhou no rio?


Chorou?


Reclamou?


Desistiu?


Entregou-se ao inimigo?


Não!


Confiou em Deus!


Confiou no livramento do Senhor!


O mar se abriu e ele passou juntamente com o povo.


Faraó e todos de seu exército morreram, não sobrou ninguém.


Será que sua confiança em Deus vai até você se deparar com o gigante ?


Será que sua confiança em Deus vai até você chegar diante do mar?


Lembre-se que a palavra de Deus é imutável, tudo o que Ele diz se cumpre!


”Ninguém se susterá diante de ti, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo, não te deixarei, nem te desampararei.”( Josué 1.5)


Confie!

UM COPO DE LEITE




Um dia, um rapaz pobre, que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome. Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.


Em vez de comida pediu um copo de água.
Ela pensou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite.
Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
Quanto lhe devo?
Não me deves nada – respondeu ela.
Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.
Então, ele agradeceu de todo coração e saiu.


Quando Mário saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, como sua fé em Deus e nos homens também estava fortalecida. Ele já estava resignado a se render e deixar tudo, os estudos, a carreira…
Anos depois essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. E finalmente a enviaram a cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade. Chamaram o Dr. Mário Alves para examiná-la. Quando o Dr. escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente subiu ao vestuário, colocou sua bata de médico e  foi ver a paciente. A reconheceu imediatamente. Retornou ao laboratório, determinado a fazer o melhor para salvar aquela vida.


À partir daquele dia dedicou atenção especial aquela paciente. Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha. O Dr. Mário pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la. Ele a conferiu. Escreveu algo no papel e mandou entregá-la no quarto do paciente.


A jovem senhora tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos. Mas, finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou atenção, pois estava escrito a caneta a seguinte frase:


Pago, totalmente, faz muito anos, com um copo de leite.
Assinado: Dr. Mário Alves


Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz orou assim: Graças a Deus porque Teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos, amém.

AMOR E RENÚNCIA…


A conversa informal durante o café da manhã foi mais uma oportunidade de aprendizado para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas. Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou-lhe rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta. Mas ela agradeceu novamente dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar nem adoçante dietético. Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Mas ela contou a sua história. Disse que logo depois que se casara havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce. Mas aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro. Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto durante a segunda guerra mundial. Disse que por causa do racionamento conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal dava para seu companheiro. Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem. Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce. Hoje em dia, talvez uma atitude dessas causasse espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte. Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada. Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou companheira. Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação. Não estamos falando de anulação nem de subserviência de um ou de outro, mas simplesmente da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro. Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte. Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação senão não é amor, é egoísmo. Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude? Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora. Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia no lar. Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Pois quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.

TRANSFUSÃO DE SANGUE


Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários, foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por uma rádio e a fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e a perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía o tipo de sangue necessário. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contento as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando… minutos depois ele estava novamente tranqüilo. A enfermeira então explicou aos americanos: “Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer.” O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou: “Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?” E o menino respondeu simplesmente: “Ela é minha amiga.”
Por ser seu amigo, JESUS CRISTO se sacrificou, não ignore esse fato.

terça-feira, 10 de abril de 2012

JESUS ESTAR VOLTANDO ...




Menino de 11 anos quer ser mulher, após tentar cortar propio pênis.
Com direito a tratamento à base de hormônios, 
o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e vem causando polêmica. 
Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade. 
As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, 
alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, 
nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior. 
Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi "Sou uma menina". 
Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ter ameaçado mutilar o próprio órgão sexual 




(4/10/11) Grifo: Que vc tem a dizer sobre isso?

sábado, 31 de março de 2012

NOS BRAÇOS DO PAI…




Uma menina subiu ao segundo andar de um prédio.
Seu pai ficou na praça.
De repente, irrompeu um incêndio.
A fumaça escureceu tudo.
Da janela a menina gritou:
“Papai socorro! ”
O pai se pôs embaixo da janela e gritou:
“Filha, salte! Eu pego você!”
A menina respondeu:
“Papai, eu não estou vendo você!
E o pai respondeu:
“Mas eu estou vendo você!”
Então a menina saltou e foi salva.


A fé é um salto nos braços do Pai.
Nós não o vemos, mas ele nos vê.


O importante é confiarmos na sua palavra e colocarmos nossa vida em suas mãos.



CORAÇÕES CALEJADOS… – LETÍCIA THOMPSON


Fala-se de mãos e pés calejados, mas pouco se fala de corações calejados.
Portanto… quanta gente há por aí vivendo como se não fosse possível ter sentimentos porque um dia foram magoadas?


As pessoas mais duronas, que parecem indiferentes ao amor, carinho e ternura, são pessoas endurecidas pela vida. São vítimas de uma dor que não souberam gerir.


Uma empresa mal administrada vai à falência; um coração mal dirigido vai à ruína.


Somos nós os gerentes da nossa vida. A nós cabem as decisões importantes que conduzirão nosso caminho. Você já experimentou andar com um sapato apertado?


No início a gente agüenta, faz até cara bonita e diz que depois vai amaciar.
Mas isso nem sempre acontece e depois de algum tempo percebemos que, mesmo se as pedras no caminho podem fazer mal, melhor mesmo é deixar esse sapato de lado, ainda que seja aquele que a gente tanto desejou e até se sacrificou para adquirir.


Há pessoas que calejam nosso coração. Fazem parte da nossa vida e as amamos, mas nos fazem mal… tanto e tanto que acabamos fechando aos poucos as portas do nosso coração a outras possibilidades.


Nos trancamos dentro dele e vivemos na escuridão da nossa própria sombra. Não permita que alguém magoe seu coração a ponto de te deixar insensível. Não deixe de acreditar nas estrelas porque um dia as nuvens escuras encobriram seu céu.


Se seu coração está calejado, cuide dele com mais carinho ainda. Que seja ele a transformar a atitude dos outros em relação a você e não o contrário!
Se alguém que você ama só quer brincar com seu coração, talvez essa pessoa não mereça o amor que você sente.


E por mais difícil que seja, guarde seu coração das asperezas, não deixe que as decepções o endureça. Olhe em outras direções, dê uma chance aos que te querem bem e ao seu coração de ser cuidado com o carinho que ele merece.

ELE VENCEU ! ELE VIVE! – PAULO BARBOSA




“Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus, o
nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com milagres,
prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós,
como vós mesmos bem sabeis; ao qual Deus ressuscitou,
rompendo os grilhões da morte, pois não era possível que
fosse retido por ela.”
(Atos 2:22, 24)


General Wellington comandava forças em Waterloo. Quando a
batalha terminou, ele mandou uma mensagem por código:
“Wellington derrot…,” e por um tempo mais nada apareceu.
Tudo parecia sombrio, as pessoas se inquietavam e a única
coisa que podiam pensar sobre a mensagem recebida era:
“derrota.” O silêncio acabou e a mensagem prosseguiu:
“Wellington derrotou Napoleão em Waterloo.” Muitas pessoas
olharam para a morte de Cristo e disseram: “derrota.”
Contudo, na ressurreição a mensagem de Deus foi terminada.
Ela dizia: “Vitória.”


Sim, a circunstância parecia demonstrar que o Senhor Jesus
havia sido derrotado. Foi preso, crucificado, traspassado
por uma lança, morto. Tudo parecia perdido, mas o plano de
Deus estava sendo cumprido e Ele não ficou na cruz, nem no
sepulcro. Ele ressuscitou! Ele venceu! Ele vive!


Jesus venceu para nos dar também a vitória. Ele ressuscitou
para que vivamos e com abundância. Ele pagou, com seu
sacrifício, o preço da nossa redenção e nEle temos acesso ao
Pai e a vida eterna.


Não podemos nos inquietar diante de problemas momentâneos que julgamos sem solução. Uma luta enfrentada, uma batalha difícil, e no primeiro instante pensamos que a mensagem para nós é “fracasso” ou “derrota”, mas se tivermos a paciência de esperar, confiantemente, no que Deus quer nos mostrar através daquela situação, poderemos nos surpreender favoravelmente ao constatar que foi o melhor caminho a seguir para alcançar nossa grande vitória.


Se você está enfrentando sérios problemas e teme o fracasso,
não desanime. Jesus venceu e nEle você também vencerá.

UMA MÃO FORTE




- Ei, pai Viu esses peixes? Os olhos de Adão brilhavam quanto levantou seu rosto para fora da água e ajustou sua máscara de mergulho.
- Vi! Respondeu seu pai. – Os pequenos azuis parecem-se com os que nós vimos naquela loja na cidade.
- E eu quase toquei num desses amarelos. Adão borbulhava em animação.
O pai olhou a posição do sol e disse,
- Bem, já está ficando tarde. É melhor começarmos a nadar de volta à margem. Vamos?
- Mas já? Perguntou Adão. – Está bem… Vamos embora. Aposto que chego primeiro.
E começaram a nadar em direção a margem, mas era mais longe do que Adão tinha imaginado.
- Papai, nós podemos descansar um minuto? Ele pediu.
O pai parou de nadar e sacudiu a cabeça.
- Se pararmos, a correnteza pode nos levar para mais longe da margem. Vem…
O pai esticou seu braço para Adão agarrar.
- Agarre-se a mim e eu o puxarei.
Logo alcançaram a margem, seguros e cansados.
Quando chegaram em casa, Adão contou para sua mãe sobre a sua tarde.
- Foi bom papai estar lá e me puxar. Eu estava muito cansado!
A mãe sorriu,
- Sabe, acho que fazer a obra de Deus, vivendo uma vida realmente cristã, às vezes é parecida com a sua tarde de natação. De vez em quando a gente se sente cansado e desanimado para fazer certos trabalhos que você sabe que são certos, necessários e importantes. De onde você acha que receberemos estímulo e ajuda?
- De você e de papai, Adão respondeu prontamente.
O pai, sorrindo, disse,
- Bem, lhe ajudaremos sempre que pudermos. Quando lutamos contra a correnteza de coisas difíceis em nossa vida, Deus usa as outras pessoas para nos ajudar. E é como se dissesse: ‘Vem… Agarre-se a Mim e Eu o puxarei’.
A mãe concordou,
- Hoje eu estava desanimada em arrecadar alimentos. Mas passou aquele senhor que você conhece, o “catador de papel”, e me desejou um bom dia e disse que estava contente. Foi a palavra de encorajamento que Deus sabia que eu precisava ouvir.
Que você encontre sempre
animo e muita força para aproveitar da melhor maneira esse “tempo” que Deus lhe presenteou.

À PROCURA DA FELICIDADE




Um homem não conseguia encontrar a felicidade em lugar nenhum.
Um dia ele resolveu sair pelo mundo à procura da felicidade.
Fechou a porta da sua casa e partiu com a disposição de percorrer
todos os caminhos da terra até encontrar o lugar de ser feliz.
Aonde chegava reunia um grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz.
Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro.
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia.
No dia seguinte novamente partia.
Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio.
Mas um dia percebeu que estava ficando velho sem ter encontrado a felicidade.
Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos estavam enrugadas,
suas roupas esfarrapadas, os calçados aos pedaços.
Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Enfim, depois de muito andar, parou em frente de uma casa antiga.
As janelas de vidro estavam quebradas, o mato cobria o canteiro do jardim, a poeira invadia quartos e salas.
Ele olhou e pensou que ali, naquela casa desprezada e sem dono,
ele construiria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria vidro nas janelas, pintaria as paredes, cuidaria do jardim.
“Vou ser feliz aqui” disse ele.
E o homem cansado foi andando até chegar a porta.
Quando entrou, ficou imóvel, perplexo!
Aquela era a sua própria casa, que ele abandonou há tantos
anos à procura da felicidade.
Então ele compreendeu que de nada tinha adiantado dar a volta ao mundo, pois a felicidade estava dentro da própria casa e ele não tinha percebido.

O PRESENTE




Um garoto nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia, decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar mais nada senão a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ala estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajuda-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou sem nem olhar de quem era, e disse “Esse aqui”.


“Quer que embrulhe para presente?” – perguntou a garota sorrindo mais ainda!


E ele só mexeu com a cabeça para dizer sim.


Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o cd muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali admirando aquela figura divina.


Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja e comprava um CD qualquer. Todas às vezes, a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convida-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito, a chamá-la para sair.


Um dia, ele se encheu de coragem, e foi a loja.





Como todos os dias comprou outro CD e ela foi embrulha-lo. Quando ela não estava vendo escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo. No dia seguinte, o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: Então você não sabe? Faleceu esta manhã.





Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles, ao faze-lo, cair um papel onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria.” Emocionada, a mãe abriu outro cd e dele caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos os que ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer o rapaz.


Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde.

FAÇA O BEM




“E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.”
(II Tessalonicenses 3:13)


Lá estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado.


Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem.


Tentei dar a partida no carro.


Nada…


Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.


Minha mulher e eu, concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.


Sem alternativa, decidi voltar á pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.


Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina.


Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado…


Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.


Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali.


- “Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.”


Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria.


Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento.


Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos a perna e a ajuda de muletas para se locomover.
Santo Deus !


Ele era paraplégico!!


Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.


- “É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem” disse-me ele.


O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto.


Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.


- “Oh! nada – respondeu, para minha surpresa.”


- “Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.”
- “Não, reiterou ele. Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse: ‘Quando tiver uma oportunidade, Passe isso adiante.’  Eis minha
chance…. Você não me deve nada! Apenas lembre-se: quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo…”



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