sábado, 23 de março de 2013

PEIXARIA INESQUECIVEL


Ele tinha onze anos e, cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago. Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.
Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Eram dez da noite, faltavam apenas duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho.
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável. Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu. E, naquele momento, o menino teve certeza de que jamais veria um peixe tão grande quanto aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite. Porém, sempre vê o mesmo peixe repetidamente todas as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado. Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo.
Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.

COMO CRIANÇAS


“e disse: Em verdade vos digo que se não vos converterdes e
não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no
reino dos céus.”
 (Mateus 18:3)
Em 1985, o Los Angeles Times publicou uma história muito
interessante e humana. O fato aconteceu poucos dias depois
do terrível terremoto na Cidade do México. Um pequeno
menino, japonês-americano, ia de porta em porta, vendendo
cartões postais ao preço de 25 centavos cada. Tudo o que ele
conseguia, oferecia para ajudar as vítimas do terremoto. Um
homem comprou alguns cartões postais do pequeno menino… e,
então, perguntou a ele quanto esperava conseguir com as
vendas. O menino respondeu sem hesitar: “um milhão de
dólares!” O homem sorriu e lhe disse: “Você espera conseguir
um milhão de dólares para ajudar as vítimas do terremoto
sozinho?” “Oh não, senhor,” respondeu o menino, “meu irmão
mais novo está me ajudando!”
O Senhor nos ensina muitas coisas através de crianças. Amor,
esperança, falta de preocupação, obediência, uma confiança
inabalável. Não há ansiedade, sofrimento por antecipação,
murmurações desnecessárias. Ela sabe que vai ter, acredita
na proteção, descansa sem temor.
O menino de nossa história não duvidava que ia conseguir.
Não ficou trancado em seu quarto até que tivesse certeza do
dinheiro a arrecadar, não achou que tudo seria muito
difícil. Ele simplesmente saiu em busca de seu objetivo, de
seu propósito, de seu sonho. E não era um plano
interesseiro. Ele o projetou por amor… queria ajudar… e
iria conseguir “com certeza”. Isso é fé, é dedicação, é
esforço pessoal. E por que não fazemos o mesmo? Por que
duvidamos de tudo antes mesmo de começar a lutar por nossos
sonhos? Por que preferimos pensar nas dificuldades em vez de
pensar em Deus que tudo pode?
Está na hora de nos colocarmos como crianças nas mãos de
Deus. Precisamos confiar nele seja qual for a circunstância.
Esqueçamos das lutas e obstáculos e olhemos para cima. Deus
tudo pode e Ele fará. Nós conseguiremos. Ele conseguirá por
nós!
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    NÃO SE DEIXE SOTERRAR

    Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.
    Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
    O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
    Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
    No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
    Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair…”.
    Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
    Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:
    Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; – Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
    Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.

    POR QUE TER MEDO ?


    “Quem subiu ao céu e desceu? quem  encerrou  os  ventos  nos seus punhos?  Quem  amarrou  as  águas  no  seu  manto?  Quem estabeleceu todas as extremidades da terra?  Qual  é  o  seu nome, e qual é o nome de seu  filho, se é que o  sabes?”
    (Provérbios 30:4)
    Anos atrás um oficial naval estava com sua esposa a bordo de
    um navio que enfrentava uma furiosa tempestade. Percebendo o pavor nos olhos de sua esposa, o marinheiro de todas as formas tentou tranqüilizá-la, sem êxito em seu propósito.
    A mulher, agarrando o  braço  do  marido  e,  chorando  muito,
    perguntou: “Como você pode ficar tão  calmo  diante  de  uma
    tormenta destas?”
    Tirando a sua faca da cintura e apontando para ela, ele perguntou: “Você tem  medo?”  – Sem  vacilar  um momento sequer ela respondeu: “Claro que não!”
    “E por que não? – tornou ele a perguntar. “Porque eu sei que a faca  está na mão de meu marido, que me ama demais para  me  machucar.”
    Então ele lhe disse: “Lembre-se que eu sei em quem tenho
    crido e Ele é aquele que segura os ventos  no  seu  punho  e
    amarra as águas em seu manto.
    Muitas  vezes,  ao  enfrentarmos  uma   situação    difícil, deixamo-nos levar pela incerteza e pelo temor.  Achamos que não somos capazes de superar aqueles momentos e  o  medo  de lutar nos conduz rapidamente à derrota. Mas em que estamos depositando a nossa fé? Na nossa própria força ou no poder de Deus em quem confiamos?
    O Senhor tem nos prometido: “Eu te ajudo.”; “Eu te sustento.”
    De que eu devo ter medo? Por que continuarei duvidando? Se o
    meu coração abriu as portas  para  o  Senhor  entrar,  mesmo
    diante de  uma  adversidade  tremenda,  estarei  em  paz  na certeza de que “a vitória é minha no nome de Jesus.”
    Você ainda tem medo? Descanse nos braços do Senhor.

    A ROCHA


    Um homem estava dormindo a noite no interior quando, de repente, sua casa encheu de luz e o Senhor apareceu. O Senhor disse ao homem que ele tinha um trabalho para ele e mostrou uma rocha enorme na frente da sua casa. O Senhor explicou que o homem deveria empurrar a rocha com toda sua força. Isso o homem começou a fazer, dia após dia. Por meses o homem se esforçou do amanhecer até o por do sol, seus ombros empurrando a superfície da rocha enorme e fria, mas a rocha não se movia. Cada noite o homem retornava à sua casa cansado, músculos doendo e se sentindo derrotado porque não havia conseguido mover a grande rocha. Vendo que o homem estava mostrando sinais de desistir, o maligno começou a colocar pensamentos negativos na cabeça dele. De repente o homem se achou pensando “Você está tentando há muitos meses mudar essa rocha de lugar e nunca conseguiu nada. Para que você está se desgastando? Isso aí não dará resultado nenhum.” Mais tarde o homem começou a duvidar assim “Será que Deus queria que eu continuasse esse tempo todo? Ele só disse para eu empurrar a rocha, ele não disse por quanto tempo. Já faz alguns anos que estou empurrando, talvez eu possa desistir agora. Pelo menos, eu não preciso empurrar o dia todo e com tanta força. Eu posso me dedicar uma parte do dia a este trabalho e passar o resto do dia fazendo outras coisas.” Ele decidiu fazer isso mesmo, mas depois ele chegou a pensar que seria bom orar ao Senhor sobre o caso. “Senhor,” ele falou, “eu trabalhei duro e por muito tempo no serviço que o Senhor me deu. Eu dei toda a minha força para conseguir o que o Senhor quis. Mas, depois desse tempo todo ainda não consegui mudar aquela rocha nenhum centímetro. O que está errado? Por que eu estou sendo derrotado?” O Senhor respondeu com compaixão. “Meu amigo, quando eu lhe pedi para me servir e você aceitou, eu lhe disse que sua tarefa era de empurrar aquela rocha com toda sua força, o que você fez até agora. Em nenhum momento eu disse que eu esperava que você mudasse a rocha. Sua tarefa era de empurrar. E agora você chega para mim pensando que você fracassou. Mas, será que foi assim, mesmo?” “Olhe para você mesmo,” disse o Senhor. “Seus braços estão fortes e musculosos. A musculatura das suas costas agora é bem desenvolvida e vigorosa. Suas pernas estão duras e robustas, suas mãos firmes. Enfrentando a resistência você cresceu muito e agora suas habilidades ultrapassaram em muito o que você era antes. Mas, você ainda não mudou a rocha. Porém, sua tarefa não era de mudar a rocha e sim de ser obediente e empurrar com toda sua força. Isso você fez, e fez bem. Ao contrário de ser um fracasso você foi bem sucedido e venceu. Eu apenas queria que você exercitasse sua fé e confiasse na minha sabedoria. Isso você fez. “Eu, meu filho, agora vou mudar a rocha.”
    Às vezes quando ouvimos uma palavra de Deus queremos usar nosso próprio raciocínio para decidir o que Ele quer, quando, o que Deus realmente quer é apenas uma simples obediência e fé nEle. Com certeza, devemos ter a fé que pode mover montanhas, mas lembrar ainda que quem de fato move as montanhas é Deus.

    ACHADO PELO PAI


    “porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se
    perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se.” 
    (Lucas 15:24)
    Em uma das Conferências do Dr. J. Wilbur Chapman, um homem
    da platéia veio à frente para testificar o que segue:
    estava, por cerca de um ano, mendigando em uma estação
    rodoviária, na Pensilvânia. Vivia das esmolas que me davam.
    Certo dia, um homem ia passando e eu lhe toquei no ombro,
    pedindo: “Por favor, senhor, me dê uma moeda de 10
    centavos”. Assim que ele se virou e vi seu rosto, eu o
    reconheci. Era meu pai. “Pai, você não me conhece mais?” eu
    perguntei. Lançando seus braços ao meu redor, ele chorou.
    “Eu o achei. Tudo o que tenho é seu!” Eu acabara de pedir
    uma esmola de 10 centavos a meu pai quando, por dezoito
    anos, ele esteve me procurando para me dar tudo o que tinha.
    Muitas vezes passamos grande parte de nossas vidas
    mendigando coisas que o nosso Pai teria o prazer em nos dar
    se o buscássemos. Reclamamos de falta de sorte quando temos
    bênçãos incontáveis à nossa disposição. Queixamo-nos de
    falta de dinheiro quando o nosso Deus nos coloca à
    disposição tesouros que o mundo não pode dar. Murmuramos por
    não receber o amor que desejamos quando o nosso Senhor é o
    amor em sua plenitude. Ele está bem perto de nós e não
    precisamos implorar esmolas. Ele tem uma herança fabulosa
    reservada para nós.
    Por onde temos andado? Estamos buscando os prazeres do mundo longe de nosso Pai? Estamos passando necessidades distante de nosso Pai? Estamos enfrentando solidão afastados de nosso  Pai? Se tudo isso está acontecendo conosco, a melhor decisão a tomar é voltar, imediatamente, à Sua presença. Junto a Ele os prazeres serão maiores; ao Seu lado não haverá
    necessidades; seguros em Sua mão jamais nos sentiremos sós.
    O nosso Pai divino está lhe esperando. Por que não receber
    todas as insondáveis riquezas que Ele tem preparado para
    você em Cristo Jesus?

    sábado, 16 de março de 2013

    Evangélicos pedem a cassação de Jean Wyllys

    Deputado defensor da comunidade LGBTT atraiu a fúria de católicos e evangélicos.




    O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ficou famoso nacionalmente após ter vencido um reality show se declarando gay num dos programas de maior audiência da TV brasileira. Eleito deputado com apenas 13.016 mil votos, começou uma campanha na Câmara para que leis como a PL 122 fossem aprovadas, tentando dar fim ao que classifica de “homofobia”.
    Desde que assumiu essa postura, teve diversos embates públicos com os políticos que discordavam dele e de suas propostas, em especial os membros da bancada evangélica. Após a entrevista de Malafaia no SBT e a eleição de Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos, Wyllys passou os últimos meses atacando constantemente os posicionamentos dos cristãos, em especial nos debates sobre a comunidade LGBTS.
    Não apenas os evangélicos, pois conseguiu angariar muita antipatia entre os católicos depois de ter criticado no Twitter o que ele chama de “fundamentalistas”, incluindo nesse grupo o papa Bento 16 quando este se pronunciou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
    Nas últimas semanas surgiram campanhas nas redes sociais pedindo a cassação do mandato de Jean Wyllys. Segundo as imagens reproduzidas milhares de vezes no Facebook com frases atribuídas ao deputado, a principal indignação dos evangélicos é sobre o que Wyllys teria dito sobre a pedofilia.
    De um e-mail atribuído a ele e divulgado pelo filósofo Olavo de Carvalho, retirou-se a frase “Defendo, sim, o direito de qualquer pessoa poder dispor do seu corpo da forma que bem entender – inclusive as crianças, pois estas têm as mesmas necessidades que os adultos e não são propriedades de ninguém”.
    A outra frase seria de uma entrevista dele à Rádio CBN também defendendo a pedofilia. Porém, o deputado nega ter dado tais declarações.

    Como recentemente duas petições online contrárias a pastores foram bastante debatidas no Brasil, aparentemente grupos de evangélicos decidiram usar a mesma “arma virtual”. Depois de o site Avaaz ter deixado no ar uma petição pela cassação do registro de psicólogo de Silas Malafaia e retirado a petição que o apoiava, surgiu uma outra petição onde o alvo era impedir que o deputado pastor Marco Feliciano fosse presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
    Agora surgem movimentos de cristãos repetindo quase os mesmos argumentos que ele usou para pedir a cassação de Marco Feliciano: a quebra no decoro parlamentar.
    “Exigimos a cassação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) por falta de Decoro Parlamentar e transgressão a carta magna da Constituição Federal Brasileira, em específico ao Art 5º IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.
    Esse deputado vêm, com frequência, agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira, através de projetos de leis imorais que visam destruir a família brasileira, a moral e os bons costumes.
    Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o Jean Wyllys usem de seu poder e autonomia para perseguir, destruir , desmoralizar e arrazoar com a família brasileira e pessoas de bem.
    Após repetitivos ataques contra o povo brasileiro, à igreja e contra qualquer um que se oponha às exigências feitas pelo deputado, pela falta de respeito para com a família brasileira e pela apologia que ele tem feito de uma “liberdade” que fere vários incisos da nossa Constituição, nós pedimos a cassação do deputado Jean Wyllys”.
    Na página pode ser o lido o seguinte texto:
    “A sociedade brasileira se mostra, por meio desta petição ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, cansada da quebra de decoro do parlamentar Jean Wyllys que publicamente demonstra e incita o desprezo à partes da sociedade do nosso país e à democracia. Por diversas vezes, o deputado fez comentários contrários à Constituição Federal, ofendendo cidadãos brasileiros que divergem de sua limitada visão de mundo. Realizou ataques pessoais e a grupos, com intuito de se autopromover, desrespeitando o preceito básico do bom senso.
    Um Deputado Federal é um representante do povo, e deve fazer essa representação de uma forma homogênea e não colocando uma parte da sociedade contra a outra como esse senhor vem fazendo na sua incessante busca da dualidade entre religião e sexualidade, como visto em seções públicas na Câmara”
    Sites evangélicos anunciaram esta semana que Jean Wyllys estava declarando “guerra  ao cristianismo”, algo que ele já anunciou no passado. Curiosamente, alguns desses sites tiraram tais afirmações do ar pouco mais de 24 horas depois.

    Grupo faz protesto contra deputado Marcos Feliciano na sede da ALE/AM


    Membros da CUT e da Comunidade LGBT estiveram no protesto.
    Protesto durou duas horas e reuniu cerca de 15 pessoas em Manaus.


    Representantes da sociedade civil e da classe trabalhadora protestaram na sede da Assembleia Legislativa do Amazonas contra a eleição do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. A manifestação reuniu aproximadamente 15 pessoas durante duas horas na manhã desta quinta-feira (14) em frente à ALE/AM, na Avenida Mário Ypiranga, localizada na Zona Centro-Sul de Manaus.

    segunda-feira, 11 de março de 2013

    Convocação da Família Cristã Ribeirão Preto Dia 11/03/2013 ás 19h00



    Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano


    “Repudio qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos paz”, disse o pastor.



    Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.

    Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.

    “Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.

    Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.

    “Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.

    Hackers tentam invadir site e redes sociais

    Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

    terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

    O VIDRO DA SEPARAÇÃO


    Dino era um menino cuja família era extremamente pobre. Nas festividades ele não ganhava nenhum presente, mas costumava olhar nas vitrines das lojas tudo aquilo que outros meninos de sua idade costumavam receber e isso lhe trazia grande excitação. Logo no início do ano ele foi atropelado por um carro e levado a um hospital. Uma das enfermeiras levou-lhe alguns brinquedos para que ficasse um pouco mais alegre. Ao tocá-los, com grande regozijo ele exclamou: “Não existe nenhum vidro entre mim e os brinquedos!”.
    Muitas vezes não podemos tomar posse de tantas bênçãos que Deus tem nos oferecido porque ainda existe um vidro de separação entre nós e o Senhor. Esse vidro pode ser motivado por tantas coisas, pode ser a rebeldia, desobediência, indiferença às coisas celestiais, etc.
    Quando deixamos que nossos interesses pessoais tomem lugar em nosso coração, acabamos construindo um vidro que não permite que cheguemos à presença de Deus, mas ao abrir mão de tudo isso poderemos alcançar a verdadeira felicidade, como na ilustração que acabamos de ler. Só eu e você sabemos o que tem nos separado de Deus e só nós poderemos quebrar esse vidro para que a nossa ligação com o nosso Pai Celestial se torne real e verdadeira.
    Chegai-vos para Deus, e ele se chegará a vós…”.
    Tiago 4.4

    CANETA DA FÉ


    “Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração.” 
    (Jeremias 29:13)
    A mãe de Raquel, uma menina de sete anos, ficou surpresa ao ver a filha com seu novo livro de histórias bíblicas, circulando, com uma caneta, a palavra Deus toda vez que esta aparecia. Reprimindo seu desejo de repreender a menina por estragar o livro novo, calmamente a mãe perguntou: “Por que você está fazendo isso?” Raquel respondeu objetivamente: “Para que eu saiba onde achar Deus na hora que eu precisar dele.”
    Apesar da ingenuidade da criança, ela teve a idéia certa. Nas horas de grande aflição, precisamos saber onde achar, na Bíblia, a ajuda do Senhor.
    Quantas vezes, ao enfrentar uma grande provação, ficamos desnorteados sem saber o que fazer e a quem buscar para aliviar a pressão que nos envolve e para nos orientar sobre que decisões tomar.
    Como um manual de consolo e socorro espiritual, a Palavra de Deus nos traz as respostas que certamente darão paz e alegria aos nossos corações mesmo nas horas de grandes tormentas.
    Quando estivermos enfrentando uma prova de enfermidade, apresentemos tudo ao Médico dos médicos que afirmou: “eu sou o Senhor que te sara.”
    Ao enfrentar o desemprego ou a falta de dinheiro para algo importante, apeguemo-nos à palavra: “Deus suprirá todas as vossas necessidades.”
    Se as forças nos faltam e tudo parece perdido, alegremo-nos e descansemos diante do Pai que nos diz: “Sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento.”
    Se nos sentimos abandonados por tudo e por todos, confiemos no que disse o Senhor Jesus: “eis que eu estou convosco todos os dias.”
    Precisamos circular as promessas maravilhosas de Deus com a caneta de nossa fé e trazê-las coladas bem junto aos nossos olhos espirituais para que à elas recorramos todas as vezes que forem necessárias.
    A sua caneta de fé está carregada? Você a tem usado?

    A ESPERANÇA


    - Me mostra, papai! – Disse a garotinha.
    Você quer ver o mundo, não é? – Ele perguntou.
    Eu tenho muita esperança, papai!
    O pai da menina lembrou-se do tempo em que era criança e seu pai o colocava sobre os ombros, dizendo: “Eu quero que você veja como é distante onde você pode ir na vida, filho”. E estando confortável e seguro, ele olhava ao redor, sorria e respondia: “Espero que eu possa ir tão distante, papai”, apontando lá longe. “Meu filho, você pode ir tão distante e ainda mais! Seu pai o garantia”.
    E então está, agora, com a própria filha.
    Papai, aquela montanha é o mais longe que eu posso ir? – Ela perguntou.
    Meu amor, aquela montanha pode bloquear sua vista agora, mas eu prometo que você subirá sobre ela um dia. A vida está cheia de montanhas. Alguns as vêem como barreiras intransponíveis. Outros as vêem como degraus que os coloca onde jamais sonharam.
    Mas aquela montanha é tão grande! Espero conseguir subí-la! – Diz a pequena menina.
    Deus fez aquela montanha tão grande para que você se torne forte o suficiente para ir em busca de seus sonhos. Ele poderia fazer sua viagem mais fácil e plana. Mas que valor teria tal viagem? Qualquer um pode viajar por um caminho fácil. Mas são os grandes escaladores de montanha que têm a admiração da maioria.
    Espero que eu não caia!
    - Mas aí você recomeça de onde caiu ou começa tudo novamente desde lá de baixo. De um jeito ou de outro, cada passo em direção ao topo é necessário. O importante não é a quantidade de passos dados, mas sim cada passo que você dá.
    A criança suspirou profundamente.
    Quando eu começo a subir? – Ela perguntou.
    Você já está pronta, porque você pode ver em sua mente. Veja-se no topo daquela montanha. Ele pediu.
    Eu posso ver! – Ela disse excitada.
    E o que vê? Ele perguntou.
    Você sempre perto de mim, papai!
    E assim é a vida. Para fazer chegar, você deve se ver lá. Para começar, você precisa ver onde termina. E para apreciar a viagem, você precisa apreciar aqueles que o ajudaram a chegar.
    A esperança é algo com asas, que o levanta o suficientemente alto para ver a verdade.
    Moral da História:
    Todos nós temos o nosso próprio caminho a percorrer, as nossas próprias montanhas a escalar, os nossos próprios obstáculos a desbravar e superar. E todo o bem que pode existir está em cada passo dessa longa caminhada. Obviamente, temos também dores e dificuldades a assimilar, mas também são nesses sentimentos que se encontram preciosidades como o crescimento, a oportunidade de amadurecer e evoluir.

    BOA COMPANHIA


    Durante todo o inverno ela ficou dentro de casa a maior parte do tempo.
    Naquele dia de final de abril, a friagem amenizou e ela sentiu o perfume forte e estimulante da primavera. Seus ouvidos escutaram o canto insistente de um passarinho do lado de fora da janela. É como se a pequena ave a estivesse convidando a sair de casa.
    Preparou-se, tomou a bengala e saiu. Voltou o rosto para o sol, deu-lhe um sorriso de boas-vindas, agradecida pelo seu calor e a promessa do verão. Caminhando tranqüila pela rua sem saída, escutou a voz da vizinha a lhe perguntar se não desejava uma carona.
    - Não, – respondeu ela – as minhas pernas descansaram o inverno inteiro. As juntas estão precisando ser lubrificadas e um passeio a pé me fará bem.
    Ao chegar na esquina ela esperou, como era seu costume, que alguém se aproximasse e permitisse que ela o acompanhasse, quando o sinal ficasse verde. Os segundos pareceram uma eternidade. E ninguém aparecia.
    Nenhuma oferta de ajuda. Ela podia ouvir muito bem o ruído nervoso dos carros passando com rapidez, como se tivessem que conduzir os seus ocupantes a algum lugar, muito, muito depressa.
    Por um momento se sentiu só, desprotegida. Resolveu cantarolar uma melodia. Do fundo da memória, recordou-se de uma canção de boas-vindas à primavera, que havia aprendido na escola quando era criança.
    De repente, ela ouviu uma voz masculina forte e bem modulada.
    - Você me parece um ser humano muito alegre. Posso ter o prazer de sua companhia para atravessar a rua?
    Ela fez que sim com a cabeça, sorriu e murmurou ao mesmo tempo um “sim”.
    Delicadamente, ele segurou o braço dela. Enquanto atravessavam devagar, conversaram sobre o tempo e como era bom, afinal, estar vivo num dia daqueles. Como andavam no mesmo passo, era difícil se saber quem era o guia e quem era o guiado. Mal haviam chegado ao outro lado da rua, ouviram as buzinas impacientes dos automóveis. Devia ser a mudança de sinal.
    Ela se voltou para o cavalheiro, abriu a boca para agradecer pela ajuda e pela companhia.
    Antes que pudesse dizer uma palavra, ele já estava falando:
    - Não sei se você percebe como é gratificante encontrar uma pessoa tão bem disposta para acompanhar um cego como eu, na travessia de uma rua. Às vezes, quando nos sentimos sós no universo, Deus nos manda uma imagem semelhante para diminuir nossa sensação de isolamento e disparidade.
    É sempre reconfortante conseguir perceber que, sejam quais forem as dificuldades e limitações que estejamos atravessando, sobre a terra existem outras tantas dezenas ou centenas de criaturas que, como nós, passam por situações semelhantes.
    Uma ótima semana de muitas esperanças aliadas à sua fé,  você vai conseguir. Se tudo não estiver bem… vai melhorar,
    se estiver ótimo, vai ficar melhor ainda.

    DECISÃO


    Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada.
    Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação.
    O trem está vindo e você está exatamente sob e aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.
    Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças.
    Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada.
    Você deixaria o trem seguir seu caminho?
    VOCÊ TEM QUE TOMAR UMA DECISÃO! O TREM NÃO PARARÁ ESPERANDO POR VOCÊ!
    A maioria das pessoas escolherão desviar o trem e sacrificar só uma criança.
    Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.
    Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomaria, moralmente e emotivamente.
    Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?
    Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.
    Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias.
    No escritório, na comunidade, na política…
    E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
    Além do mais, se a via tinha sido desativa, provavelmente não era segura.
    Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros.
    E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.
    Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.
    Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular… e o que é popular nem sempre é correto.
    E que todo o mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.

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