sábado, 31 de março de 2012

UMA MÃO FORTE




- Ei, pai Viu esses peixes? Os olhos de Adão brilhavam quanto levantou seu rosto para fora da água e ajustou sua máscara de mergulho.
- Vi! Respondeu seu pai. – Os pequenos azuis parecem-se com os que nós vimos naquela loja na cidade.
- E eu quase toquei num desses amarelos. Adão borbulhava em animação.
O pai olhou a posição do sol e disse,
- Bem, já está ficando tarde. É melhor começarmos a nadar de volta à margem. Vamos?
- Mas já? Perguntou Adão. – Está bem… Vamos embora. Aposto que chego primeiro.
E começaram a nadar em direção a margem, mas era mais longe do que Adão tinha imaginado.
- Papai, nós podemos descansar um minuto? Ele pediu.
O pai parou de nadar e sacudiu a cabeça.
- Se pararmos, a correnteza pode nos levar para mais longe da margem. Vem…
O pai esticou seu braço para Adão agarrar.
- Agarre-se a mim e eu o puxarei.
Logo alcançaram a margem, seguros e cansados.
Quando chegaram em casa, Adão contou para sua mãe sobre a sua tarde.
- Foi bom papai estar lá e me puxar. Eu estava muito cansado!
A mãe sorriu,
- Sabe, acho que fazer a obra de Deus, vivendo uma vida realmente cristã, às vezes é parecida com a sua tarde de natação. De vez em quando a gente se sente cansado e desanimado para fazer certos trabalhos que você sabe que são certos, necessários e importantes. De onde você acha que receberemos estímulo e ajuda?
- De você e de papai, Adão respondeu prontamente.
O pai, sorrindo, disse,
- Bem, lhe ajudaremos sempre que pudermos. Quando lutamos contra a correnteza de coisas difíceis em nossa vida, Deus usa as outras pessoas para nos ajudar. E é como se dissesse: ‘Vem… Agarre-se a Mim e Eu o puxarei’.
A mãe concordou,
- Hoje eu estava desanimada em arrecadar alimentos. Mas passou aquele senhor que você conhece, o “catador de papel”, e me desejou um bom dia e disse que estava contente. Foi a palavra de encorajamento que Deus sabia que eu precisava ouvir.
Que você encontre sempre
animo e muita força para aproveitar da melhor maneira esse “tempo” que Deus lhe presenteou.

À PROCURA DA FELICIDADE




Um homem não conseguia encontrar a felicidade em lugar nenhum.
Um dia ele resolveu sair pelo mundo à procura da felicidade.
Fechou a porta da sua casa e partiu com a disposição de percorrer
todos os caminhos da terra até encontrar o lugar de ser feliz.
Aonde chegava reunia um grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz.
Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro.
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia.
No dia seguinte novamente partia.
Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio.
Mas um dia percebeu que estava ficando velho sem ter encontrado a felicidade.
Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos estavam enrugadas,
suas roupas esfarrapadas, os calçados aos pedaços.
Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Enfim, depois de muito andar, parou em frente de uma casa antiga.
As janelas de vidro estavam quebradas, o mato cobria o canteiro do jardim, a poeira invadia quartos e salas.
Ele olhou e pensou que ali, naquela casa desprezada e sem dono,
ele construiria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria vidro nas janelas, pintaria as paredes, cuidaria do jardim.
“Vou ser feliz aqui” disse ele.
E o homem cansado foi andando até chegar a porta.
Quando entrou, ficou imóvel, perplexo!
Aquela era a sua própria casa, que ele abandonou há tantos
anos à procura da felicidade.
Então ele compreendeu que de nada tinha adiantado dar a volta ao mundo, pois a felicidade estava dentro da própria casa e ele não tinha percebido.

O PRESENTE




Um garoto nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia, decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar mais nada senão a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ala estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajuda-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou sem nem olhar de quem era, e disse “Esse aqui”.


“Quer que embrulhe para presente?” – perguntou a garota sorrindo mais ainda!


E ele só mexeu com a cabeça para dizer sim.


Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o cd muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali admirando aquela figura divina.


Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja e comprava um CD qualquer. Todas às vezes, a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convida-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito, a chamá-la para sair.


Um dia, ele se encheu de coragem, e foi a loja.





Como todos os dias comprou outro CD e ela foi embrulha-lo. Quando ela não estava vendo escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo. No dia seguinte, o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: Então você não sabe? Faleceu esta manhã.





Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles, ao faze-lo, cair um papel onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria.” Emocionada, a mãe abriu outro cd e dele caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos os que ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer o rapaz.


Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde.

FAÇA O BEM




“E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.”
(II Tessalonicenses 3:13)


Lá estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado.


Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem.


Tentei dar a partida no carro.


Nada…


Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.


Minha mulher e eu, concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada.


Sem alternativa, decidi voltar á pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.


Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina.


Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado…


Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.


Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali.


- “Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.”


Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria.


Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão-guincho em direção ao acampamento.


Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos a perna e a ajuda de muletas para se locomover.
Santo Deus !


Ele era paraplégico!!


Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.


- “É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem” disse-me ele.


O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto.


Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.


- “Oh! nada – respondeu, para minha surpresa.”


- “Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.”
- “Não, reiterou ele. Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse: ‘Quando tiver uma oportunidade, Passe isso adiante.’  Eis minha
chance…. Você não me deve nada! Apenas lembre-se: quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo…”



sexta-feira, 9 de março de 2012

O QUE É UM SANTO?

“Porque eu sou o Senhor vosso Deus; portanto santificai-vos, e sede santos, porque eu sou santo.” 
(Levítico 11:44)
Em uma classe de Escola Bíblica, o professor perguntou a uma das crianças presentes: “O que é um santo para você, Pedro?”
O menino mostrou-se hesitante e o professor apontou para uma janela de vidro por onde entrava o clarão do sol. Os olhos do menino começaram a brilhar e, com entusiasmo, respondeu:”Um santo é alguém que deixa a luz brilhar através de sua vida.”
Até que ponto a santidade de Deus tem sido vista em nossa vida e através dela? Nossas atitudes têm glorificado ao Senhor ou, embaçados pelos prazeres e enganos desse mundo,temos impedido que a luz de Cristo ilumine o ambiente por onde passamos?
Deus conta com os Seus filhos para que o mundo seja
transformado e as trevas que o envolvem sejam dissipadas. Os cristãos, que recebem Seu Filho no coração, estão no mundo como tochas vivas e têm como missão ajudar a clarear os passos dos perdidos para que encontrem o caminho do Senhor e da vida eterna.
Deus está formando um exército de santos, comprometidos com Sua Palavra, cheios do Seu Espírito, que estão prontos a deixar a luz do amor de Deus brilhar através de suas vidas, para que muitos sejam alcançados pelo Salvador e desfrutem da vida abundante que Ele preparou para todos que o recebem.
A nossa vida tem sido transparente como uma janela bem limpa ou existe algum cartaz ou cortina das coisas deste mundo impedindo que a luz do céu penetre e clareie o local onde nos encontramos?
Você crê que está com a vida enquadrada no verso que diz:
“Sede santos?”

O BOM PASTOR NÃO DESISTE


Se um homem tiver cem ovelhas, e uma se desviar e se perder, que fará ele? Não deixará as outras noventa e nove, e sairá pelos montes em busca da perdida? 
(Mateus 18:12)
Louis Pasteur, o famoso microbiologista francês que descobriu que a maioria das doenças é causada por germes, dedicou-se à busca do conhecimento. Cria, entretanto, na existência de valores espirituais que transcendem a ciência.
Em 1849, Pasteur casou-se com Marie Laurent, uma de suas assistentes de laboratório. Tiveram cinco filhos. Três morreram na infância. Dezenove anos mais tarde, ele sofreu uma lesão vascular cerebral por excesso de trabalho e ficou parcialmente paralisado.
Quando estourou a guerra franco-prussiana em 1870, o único filho de Pasteur, Jean Batiste, foi convocado para servir seu país e envolveu-se na catastrófica derrota do exército francês em Metz. Depois de semanas sem receber notícias do rapaz, Pasteur deixou seu agora famoso laboratório em Paris e foi procurá-lo. A despeito de sua paralisia parcial, Pasteur seguiu mancando na direção norte à procura do filho. As estradas estavam congestionadas com soldados derrotados e errantes. A jornada foi árdua, mas depois de muitas perguntas Pasteur localizou a unidade de seu filho. Um oficial contou-lhe então a desanimadora notícia: de um grupamento original de 1.200 homens, menos de 300 haviam sobrevivido.
Mas Pasteur não desistiu. Continuou avançando por estradas cheias de cavalos mortos e homens sofrendo de frio enregelante e gangrena. Chegou finalmente ao local onde um soldado estava enrolado até os olhos num sobretudo pesado; mal podia ser reconhecido em seu estado de definhamento. Era Jean Batiste! Pai e filho, comovidos demais para falar, abraçaram-se em silêncio.
Na guerra entre as forças do bem e do mal, muito filho, muita filha já sofreu derrotas catastróficas nas mãos do inimigo das almas. E muitos, como o filho de Pasteur, mal podem ser reconhecidos por causa dos estragos do pecado. Alguns cristãos professos, até mesmo pais, talvez creiam que esses filhos errantes se encontrem além da esperança. Mas mesmo que eles se esqueçam (ver Isaías 49:15), o Bom Pastor e os pais fiéis nunca se esquecerão, mesmo que por vezes tenham de administrar um amor severo.

AS CRIANÇAS E O GELO


Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis !!!
Nesse instante, um homem que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode, então, nos dizer como ???
- É simples. – respondeu o homem. – Não havia ninguém
ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.
Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
capacita os escolhidos.
Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança.

MEU AMIGO CONHECE O PASTOR


“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” 
(Salmo 23.1)
Dois homens foram convocados a recitar o Salmo 23 perante um auditório.
Um deles era um orador famoso e respeitado, especializado em dramatizações.
Ele recitou o Salmo de maneira comovente.
Quando terminou, a platéia o aplaudiu de pé e pediu bis, para ouvir novamente sua bela voz e apreciar sua récita.
Depois, foi a vez do outro homem, que era bem mais idoso, e ele repetiu as mesmas palavras:
” Senhor é o meu pastor…”.
Quando terminou, não houve aplausos, pelo contrário, nem um som se ouviu na platéia, todos estavam quietos, em um profundo estado de devoção e oração.
Então, o primeiro homem, o orador famoso, emocionado, levantou-se e falou:
“A diferença entre minha fala e a deste meu velho amigo é que eu conheço o Salmo, mas meu amigo conhece o Pastor!”

CHORO DE MULHER "JOTINHA"


Um garotinho perguntou a sua mãe:
- Mamãe, por que você está chorando?
E ela respondeu: Porque sou mulher…
- Mas… eu não entendo.
A mãe se inclinou para ele, abraçou-o e disse:
- Meu amor, você jamais iria entender!…
Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
- Papai, por que mamãe às vezes chora, sem motivo?
O homem respondeu:
- Todas as mulheres sempre choram sem nenhum motivo….
Era tudo o que o pai era capaz de responder
O garotinho cresceu e se tornou um homem. E, de vez em quando,
fazia a si mesmo a pergunta: Por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?
Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
- Senhor, diga-me… Por que as mulheres choram com tanta
facilidade?
E Deus lhe disse: – Quando eu criei a mulher, tinha de fazer algo
muito especial. Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de
suportar o peso do mundo inteiro… Porém suficientemente suaves
para confortá-lo!
- Dei a ela uma imensa força interior, para que pudesse suportar as
dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provém de seus próprios filhos!
- Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar da
sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço,
até mesmo quando outros entregam os pontos!
- Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer
circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito ….
Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro
ou sofrimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!
- Porém, para que possa suportar tudo isso, Meu filho…
Eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente suas, para usá-las
quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um
pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!
O homem respondeu com um profundo suspiro…
- Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã de minha esposa…
- Obrigado, Meu Deus, por teres criado a mulher.


O PÁSSARO E A ORAÇÃO


Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?  Como é que ele consegue isso?  Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho; eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.  Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.
É uma maravilha, não é?  Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho.  Mas, não é tão diferente em nós.
Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado – dobrado em oração.
Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que fazem você perder a fé, desanimar de caminhar, não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecer você e caminhar com você por toda sua vida !
É Ele quem renova suas forças e sua fé, e, se Ele cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você, Seu filho amado… basta você CRER.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CORAGEM PARA MUDAR – PAULO BARBOSA


“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” 
(II Coríntios 5:17)
Duas rãs eram vizinhas.
Uma delas habitava uma lagoa profunda distante dos olhares públicos  e a outra em um valão com pouca água e atravessado por uma estrada rural.
A rã que vivia na lagoa advertia sempre a amiga do perigo e lhe aconselhava a mudar de residência.
Convidou-a a morar com ela na lagoa onde teria mais segurança e comida mais abundante.
A outra recusava dizendo que estava acostumada ao lugar onde vivia e seria muito difícil a mudança.
Um certo dia, um carro passou pelo local e esmagou a rã embaixo de suas rodas.
Muitos cristãos vivem acomodados em seu viver diário,
sem frutos, sem experiências, sem ousadia espiritual.
Temem qualquer tipo de mudança e acabam sendo inúteis para a expansão do reino de Deus.
Estão tão conformados com as vidas fúteis e debilitadas
que não são capazes de enxergar o muito que Deus quer fazer através de seus testemunhos.
Alguns pensam que uma pessoa que vive diante de Deus não tem vontade própria e  é dirigida como um autômato que apenas obedece o que lhe mandam.
Não pode isso e aquilo,  não podem brincar, nem se divertir,
nem experimentar as coisas boas da vida.
Estão equivocados!
Jesus veio nos trazer vida abundante e eterna.
Veio mostrar que quando temos a coragem de mudar os antigos costumes, novos horizontes de felicidade se abrem diante de nós e mesmo ao enfrentar as tempestades que sobre todos se abatem, temos a paz verdadeira e motivos de regozijo  pela certeza de que o Senhor estará caminhando sempre ao nosso lado,  pronto a interceder quando isso se fizer necessário.
Por que viver na sequidão e escassez se o Senhor nos oferece
a profundidade de Seu amor e a fartura de suas bênçãos?

PERDÃO E AMOR


“Ó Senhor, tu és nosso Pai; nós somos o barro, 
e tu o nosso oleiro; e todos nós obra 
das tuas mãos.” 
(Isaías 64:8)
Um homem, desejando  homenagear seu pai contratou um  escultor para que fizesse seu busto. Forneceu ao artista várias fotografias para que pudesse recolher características da imagem de seu pai e, com muita ansiedade, ficou ao lado assistindo o trabalho desde que este começou a moldar o barro.
O escultor, contudo, não conseguia trabalhar direito, pois, a todo momento o homem queria “ajudar”, removendo um pedaço de barro aqui e adicionando outro pedaço lá. Após um dia inteiro de trabalho, o resultado não passou de uma imagem distorcida.
De igual modo, ao pedirmos ao nosso Pai celest
e que nos molde segundo a sua semelhança, não devemos tentar ajudá-lo. Como um barro nas mãos do escultor, devemos nos render inteiramente e  permitir que Ele nos faça segundo à Sua vontade. Qualquer que seja a nossa intervenção, por menor que seja, resultará em uma imagem distorcida do Senhor.
Deus tem Sua maneira de trabalhar em nossas vidas. Tem também o tempo certo para que cada transformação necessária seja feita. Mesmo que achemos que está doendo, ou que está demorando, ou que não está saindo como planejamos, o melhor
que temos a fazer é confiar plenamente na ação do Senhor. Ao final, com alegria e regozijo no coração, constataremos o quão maravilhosa se tornou a nossa vida nas mãos perfeitas do Grande Oleiro!
Se Deus já começou a trabalhar em você, descanse e tenha paciência. Seu trabalho sempre será perfeito!

VIDA EM LUGAR DE MORTE – PAULO ROBERTO BARBOSA

“e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?” 
(João 11:26)
Dr. E. Stanley Jones, famoso missionário , escreveu sobre um homem leigo, um jornalista amigo, que foi convidado para conduzir um ofício fúnebre. Sendo um homem dedicado ao Senhor, quis dirigir a cerimônia na melhor tradição cristã.
Tomou sua Bíblia e abriu-a no Novo Testamento, e procurou a forma de Jesus dirigir um enterro. Ele descobriu que Jesus nunca dirigiu um enterro. Ele sempre lidava com ressurreições.
Como a Vida poderia participar de uma cerimônia de morte? Quando a vida está presente, a morte desaparece, da mesma maneira que a luz faz extinguir a escuridão, ou como a santidade expulsa o pecado.
Quem tem Cristo no coração tem a vida eterna. Ele é o Senhor que venceu a morte para nos oferecer a vida. Quem nEle crê, ainda que esteja morto, viverá. Ainda que morra fisicamente, experimentará o regozijo de viver para sempre.
Se a nossa esperança parece ter morrido, olhemos para o Salvador e ela ressuscitará. Se sentimos que nosso fervor morreu em algum lugar do passado, busquemos ao Senhor para que Ele o faça renascer. Se a nossa alegria está sepultada no jazigo de uma frustração ou decepção antiga, clamemos ao nosso Deus – ela, com certeza, ressuscitará!
Se um sentimento de morte espiritual nos rodeia, se os nossos dias estão sempre nublados e neles não temos prazer, se as flores de nosso jardim espiritual se mostram sempre murchas, se as campinas de nossa felicidade estão secas, se o nosso chão teima em se mostrar árido e improdutivo, a razão só pode ser uma – falta vida, falta Jesus.
Se você deseja sepultar a morte de sua vida, receba Jesus em seu coração. A alegria voltará, um cântico de vida será ouvido constantemente em sua alma.

A GLÓRIA E O BURRINHO

Era uma vez um burrinho. Burrinho como os demais que viviam no pasto, e que prestavam serviços, quando necessitavam deles. Um dia, houve grande festa naquela terra. Era feriado. Feriado nacional. Comércio fechado. Escolas sem aulas. Tudo parado. Nas avenidas principais daquela cidade, devidamente ornamentadas, aconteceria propagado desfile militar e escolar. É que as jóias, insígnias, bandeiras, medalhas, coroas que pertenceram ao rei daquele país seriam apresentadas ao povo, esparramado pelas calçadas. Aí precisaram de um burrinho, que transportasse, processionalmente, aqueles tesouros, que representavam a história gloriosa daquela nação. E o burrinho, de que lhes falo, foi apanhado, lá no pasto. Colocaram arreios sobre seus lombos, ornamentos dourados que brilhavam ao sol daquela manhã festiva. Encimando aqueles arreios, dispostas com muita arte e gosto, as preciosas jóias reais. No desfile militar, o pacato quadrúpede ocupava lugar de destaque, comandando a parada. Rojões espocavam, a multidão aplaudia, a tropa se perfilava, numa alegria contagiante, que deslumbrava e emocionava. Acabado o desfile, retiraram as jóias que o burrinho carregava, os arreios dourados, os adereços todos, e ele foi levado de volta ao pasto, sem maiores formalidades. Lá chegando, o burrinho começou a conversar com os outros burricos, seus companheiros. Disse ele, vaidoso: – Vocês viram o que me aconteceu? Andei pelas avenidas da cidade, nesta manhã. E quando eu passava, soltaram fogos e foguetes, houve aplausos de todos os lados, uma beleza… Até soldados perfilaram-se, em continência, enquanto bandas de música celebravam a festança. Vejam como eu sou importante! Vejam!
Aí, um outro burrico, que ouvia aquela bazófia do companheiro, desafiou-o: – Se você é tudo isso que está dizendo, tenha a coragem de retornar as avenidas, por onde passou. Vá. Eu quero ver o que acontecerá!…
O burrinho vaidoso aceitou o desafio. Foi. Mas quando ele passava, apesar da cadência de seu passo garboso, moleques atiraram-lhe pedras, populares enxotaram-no aos gritos, brandindo relhos e chicotes, numa correria bárbara. Cansado, resfolegando, envergonhado, assustadíssimo, o burrico retornou ao pasto, onde encontrou seus amigos, que o receberam, com desprezo e com desdém.
- E agora, o que dizes?, perguntaram-lhe, com zombaria. Então o burrinho vaidoso, cabisbaixo, filosofou:
- É. É verdade. Eu não tinha importância alguma. Eu sou igualzinho aos outros burrinhos. Só fui aplaudido enquanto carreguei as jóias do rei…
Grande lição para nós!
Nela reflitamos, com humildade, na presença santíssima do Rei, de quem somos servos e a quem seja dada a glória…

SOU O QUE SOU… FELIZ COM DEUS – PAULO BARBOSA

“Mas pela graça de Deus sou o que sou.” 
(1 Coríntios 15:10)
Eu não sou o que eu devia ser. Eu não sou o que eu quero
ser. Eu não sou o que eu espero ser. Contudo, eu não sou o
que eu costumava ser. E, pela graça de Deus, eu sou o que eu
sou. John Newton (1725-1807)
Às vezes nos empenhamos determinadamente na tentativa de
chegar a ser alguém cujo modelo cremos ser o ideal para
nossa realização pessoal. Lutamos bravamente contra todos os
obstáculos que se apresentam como empecilho na concretização de nossos propósitos, mas conseguindo ou não o objetivo, é possível que a decepção esteja lá, aguardando a nossa chegada.
Há pessoas que sonham o tempo todo com uma posição de
destaque na sociedade. Querem alcançar a notoriedade, querem ser notícia nas colunas sociais, querem ser reconhecidas na rua, querem o brilho dos holofotes sobre seus rostos.
Enquanto isso não acontece, se mostram tristes, sem ânimo,
frustradas e sem vida. Buscam ser aquilo que não são e,
provavelmente, nunca serão.
Bom é viver de acordo com a direção de Deus. Os velhos
costumes, que tanto atrapalhavam a nossa felicidade, se
colocados diante do Senhor, serão transformados em atitudes
novas, espirituais, que nos ajudarão a chegar ao jardim
florido de nosso contentamento.
Seremos verdadeiramente felizes se nos colocarmos diante de
Deus como as pessoas que Ele deseja que sejamos. A Sua graça será abundante sobre nós e o brilho de nossa alegria acabará
contaminando aqueles que estão ao nosso redor, fazendo com
que estes sejam motivados a buscar a felicidade da mesma
maneira.
Não devemos tentar copiar a felicidade de ninguém. A nossa
deve ser pessoal, original, alicerçada no caminho do Senhor
e regada pelo amor e pelas copiosas chuvas de bênçãos do
Deus a quem amamos e servimos.

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