sexta-feira, 16 de abril de 2010

IMITANDO O MESTRE

IMITANDO O MESTRE   "Autor tota"
   
 Um discípulo que amava e admirava o mestre, resolveu observá-lo em todos os  detalhes, acreditando que ao fazer o que ele fazia, iria também adquirir a sua  sabedoria. O mestre só usava roupas brancas, e o discípulo passou a vestir-se da mesma  maneira.

O mestre era vegetariano, e o discípulo deixou de comer qualquer tipo de carne,  substituindo sua alimentação por ervas. O mestre era um homem austero, e o  discípulo resolveu dedicar-se ao sacrifício, passando a dormir numa cama de  palha.

Passado algum tempo, o mestre notou a mudança de comportamento de seu  discípulo, e foi ver o que estava acontecendo.  - Estou subindo os degraus da iniciação - foi à resposta

- O branco de minha roupa mostra a simplicidade da busca, alimentação  vegetariana purifica o meu corpo, e a falta de conforto faz com que eu pense  apenas nas coisas espirituais. Sorrindo, o mestre o levou até um campo onde um cavalo pastava.

- Você passou este tempo olhando apenas para fora, quando isso é o que menos  importa - disse. Está vendo aquele animal ali? Ele tem a pele branca, come  apenas ervas, e dorme num celeiro com palha no chão.  Você acha que ele tem  cara de santo, ou chegará algum dia a ser um verdadeiro mestre?

Não faça como esse discípulo!
O mais importante é valorizar mais a mudança interior do que a exterior... pense nisso!

CONFRONTOS

CONFRONTOS  "Autor tota"
   
  Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto atirar-se contra o fundo do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima! E lá estará DEUS, pronto para ajudar, à distância apenas de uma oração...

"Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas."
(Charles Chaplin)

A FORCA

A FORCA     " Autor Tota"
   
 Havia um homem muito rico que possuía bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único filho, um único herdeiro que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho, nem de compromissos.
O que ele mais gostava era de fazer festas e estar com seus amigos e de ser por eles bajulado.
Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois, o abandonariam. Aos insistentes conselhos do pai ele não dava a mínima atenção.
Um dia o pai já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro dele, ele mesmo fez uma forca e, junto a ela, uma placa com os dizeres:

"PARA VOCÊ .. NUNCA MAIS DESPREZAR AS PALAVRAS DE SEU PAI".

Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e lhe disse:
Meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu e eu sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo o dinheiro, seus amigos vão se afastar de você e, quando você então não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvido. Foi por isto que eu construí esta forca. Ela é para você e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
O jovem riu, achou um absurdo, mas, para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu, o filho tomou conta de tudo. Assim como seu pai havia previsto, o jovem gastou tudo, perdeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo. Lembrou-se das palavras de seu pai, começou a chorar e dizer:
-Ah, meu pai..... Se eu tivesse ouvido os seus conselhos... mas agora? tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e, longe, avistou o pequeno e velho celeiro. Era a única coisa que lhe restava. A passos lentos, se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e pensou:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai. Vou cumprir a minha promessa. Não me resta mais nada... Então, ele subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e pensou:
- Ah, se eu tivesse uma nova chance.
Então se jogou do alto dos degraus e, por um instante, sentiu a corda apertar a sua garganta. Era o fim...Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente. O rapaz caiu e, sobre ele caíram jóias, ouro, prata, esmeraldas, pérolas, rubis, safiras e brilhantes - a forca estava cheia de pedras preciosas - e caiu também um bilhete:
- "Esta é sua nova chance. Eu te amo.
Com amor, de seu velho e já saudoso pai".

quarta-feira, 7 de abril de 2010

TÚMULO VAZIO

TÚMULO VAZIO   "AUTOR TOTA"   
 Numa tarde quente, próximo da Páscoa, uma professora distribuiu para cada um de seus alunos, um grande ovo de plástico. A seguir mandou-os sair de sala e procurar algum sinal de vida para colocar dentro dos ovos que ela havia lhes dado.
Ao retornarem, cada um entregou à professora o seu ovo com o que haviam colocado dentro.
Um tinha uma borboleta, outro uma formiga, outros tinham flores, pedaços de grama, etc.
Apenas um ovo estava vazio e todos já sabiam a quem pertencia. Havia sido entregue por um menino que tinha Síndrome de Down. Muitas crianças riram dele.
A professora, então, lhe perguntou:
"Por que você não colocou nenhum sinal de vida dentro do ovo que lhe dei?"
Falando baixo e mansamente ele respondeu:
"Porque o túmulo estava vazio."
Sim, o túmulo está vazio.
Cristo ressuscitou!
E isso aconteceu para que eu e você pudéssemos ter acesso livre ao Pai, sem receios e sem barreiras.
Jesus morreu e ressuscitou para pagar o preço de nossos pecados e para que, com Ele, pudéssemos renascer para uma vida plena e abundante.

DESERTOS

Desertos...

Deserto,lugar de escassez,lugar de fome ,dor sofrimento...
Deserto, lugar de sentimento de derrota,de desistência...
Deserto,lugar de duvidar do plano de Deus...
Deserto,lugar de rebeldia,lugar de murmurações...
Deserto lugar de se voltar contra Deus...
Deserto ,lugar de maná do céu...
Deserto ,lugar de saciar a sede.
Deserto,lugar de milagres ,maravilhas e prodígios...
Deserto ,lugar de crescimento espiritual...
Deserto lugar de ouvir Deus,lugar do crescimento da fé...
Deserto lugar mais próximo da vitória...
Deserto ,caminho da terra prometida.. .
Há momentos que estamos no deserto, e pensamos não haver mais saída, falamos como Davi no Salmo 121: “elevo meus olhos aos montes de onde me virá o socorro?” elevamos os olhos e vemos areia, sol escaldante, e o oásis tão esperado cadê? É no deserto que indagamos a Deus onde estão as promessas, aquelas que o Senhor jamais nos deixaria só, “Se passares pela água, estarei contigo, se passares no fogo, ele não te queimará”?. Mas e o sol? Esse queima, os raios penetram no profundo da alma, e ela chega a doer. Ah! Esses momentos de dor e solidão são tristes, as lágrimas essas sim são companheiras de todas as horas. Os olhos chegam a doer, de tanto chorar. Decepções, angústias, cadê a voz para gritar Socorre-me Deus!!! Com o peso da dor, caímos de joelhos e sem forças para clamar, apenas gememos.... É nessa hora, que nosso amigo Espírito Santo, intercede por nós com gemídos inexprimível. Mesmo sem perceber em meio as agonias da vida, somos carregados, e conduzidos ao lugar certo : o centro da vontade de Deus! Como chegamos? Voando? Rastejando?? Não!! Nos braços do amado mestre. Ele nunca nos abandona, quando não podemos andar , ele nos carrega no colo. É no centro da sua vontade para nossas vidas que podemos ouvir sua voz com clareza, entender seus desígnios e atender ao seu chamado. Com voz audível responder: Eis-me aqui Senhor!! Usa-me !! Envia-me!! Após, atravessarmos o deserto, estaremos aptos a cumprir o Ide de Jesus, desprovidos de orgulho, e dependência própria, pois no deserto aprendemos a depender de Deus! Por esse motivo ele nos encaminha ao deserto , para aprendermos a depender de Dele.

Março de 2010
by Vera Lúcia

A FORCA

A FORCA         " AUTOR: JÔNATAS TOTA"
   
 Havia um homem muito rico que possuía bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único filho, um único herdeiro que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho, nem de compromissos.
O que ele mais gostava era de fazer festas e estar com seus amigos e de ser por eles bajulado.
Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois, o abandonariam. Aos insistentes conselhos do pai ele não dava a mínima atenção.
Um dia o pai já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro dele, ele mesmo fez uma forca e, junto a ela, uma placa com os dizeres:

"PARA VOCÊ NUNCA MAIS DESPREZAR AS PALAVRAS DE SEU PAI".

Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e lhe disse:
Meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu e eu sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo o dinheiro, seus amigos vão se afastar de você e, quando você então não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvido. Foi por isto que eu construí esta forca. Ela é para você e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
O jovem riu, achou um absurdo, mas, para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu, o filho tomou conta de tudo. Assim como seu pai havia previsto, o jovem gastou tudo, perdeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo. Lembrou-se das palavras de seu pai, começou a chorar e dizer:
-Ah, meu pai..... Se eu tivesse ouvido os seus conselhos... mas agora? tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e, longe, avistou o pequeno e velho celeiro. Era a única coisa que lhe restava. A passos lentos, se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e pensou:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai. Vou cumprir a minha promessa. Não me resta mais nada... Então, ele subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e pensou:
- Ah, se eu tivesse uma nova chance.
Então se jogou do alto dos degraus e, por um instante, sentiu a corda apertar a sua garganta. Era o fim...Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente. O rapaz caiu e, sobre ele caíram jóias, ouro, prata, esmeraldas, pérolas, rubis, safiras e brilhantes - a forca estava cheia de pedras preciosas - e caiu também um bilhete:
- "Esta é sua nova chance. Eu te amo.
Com amor, de seu velho e já saudoso pai".

CÉU E INFERNO

CÉU E INFERNO       "Autor Tota "
   
 Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.
- Monge - disse o samurai com desejo sincero de aprender - ensina-me sobre o céu e o inferno.
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.  Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.
O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.
O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.
O velho sábio continuou em silêncio.
Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.
Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou: - "Aí começa o céu".
Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade. Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia. A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.
É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros. Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior. Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.
Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança. Quando injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.
Diante da enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido dissolvente da revolta ou empunhar o escudo da confiança. Ante a partida de um ente caro, nos braços da morte inevitável, podemos optar pelo punhal do desespero ou pela chave da resignação.
Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos sempre optar por abrir abismos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo que nos possibilite uma solução feliz.
A decisão depende sempre de nós mesmos.
Somente da nossa vontade dependerá o nosso estado íntimo.
Portanto, criar céus ou infernos portas à dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

quarta-feira, 31 de março de 2010

LIDANDO COM O PRÓPRIO VENENO


LIDANDO COM O PRÓPRIO VENENO   "AUTOR TOTA"


 
Há muito tempo atrás, uma menina chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra.
Depois de alguns dias, passou a não se entender com a sogra.
As personalidades delas eram muito diferentes e Lili foi se irritando com os hábitos da sogra que freqüentemente a criticava.
Meses se passaram e Lili e sua sogra cada vez discutiam e brigavam mais.
De acordo com antiga tradição chinesa, a nora tinha que se curvar  a sogra e a obedecer em tudo.
Lili já não suportando mais conviver com a sogra decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai, que a ouviu e depois com um pacote de ervas lhe disse:
- Você não poderá usá-las de uma só vez para se libertar de sua sogra porque isso causaria suspeitas. Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenando sua sogra. A cada dois dias ponha um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Não discuta, ajudarei a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e seguir todas as instruções que eu lhe der. Lili respondeu:
- Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que o que o senhor me pedir.
Lili ficou muito contente, agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.
Semanas se passaram e a cada dois dias, Lili servia a comida especialmente tratada à sua sogra. Ela sempre lembrava do que Sr. Huang tinha recomendado sobre evitar suspeitas e assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe.
Depois de seis meses a casa inteira estava com outro astral.
Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia.
Nesses seis meses não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia muito mais amável e mais fácil de lidar.
As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como  mãe e filha.
Um dia Lili foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse:
- Querido Sr. Huang, por favor me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra!
Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.
Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça.
- Lili, não precisa se preocupar. As ervas que eu dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela.
"Na China existe uma regra dourada que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada."
Na grande parte das vezes recebemos das outras pessoas o que damos a elas... !!!
LEMBRE-SE SEMPRE:
O plantio é opcional...
A colheita é obrigatória...
Por isso cuidado com o que planta!!!



O TESOURO DE BRESA

O TESOURO DE BRESA    "AUTOR TOTA"


 
Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo.
Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?
Um dia, parou na porta de sua humilde casa, um velho mercador da fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes.
Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos.
Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares. Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.
Qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "o segredo do tesouro de Bresa."
Que tesouro seria esse?
Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando.
Mais adiante decifrou: "o tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo."
Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro.
Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.
Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa. Continuando a ler o livro encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras.
Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas.
Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças a seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro. Certa vez, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
"O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa saber e Harbatol quer dizer trabalho."
Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar, por meio dos bons livros, que possibilitam "tesouros encantados" àqueles que se dedicam aos estudos com amor e tenacidade.

NECESSIDADE DE AFETO

NECESSIDADE DE AFETO "AUTOR TOTA "


 
Morrie era apenas um garoto de oito anos. Seu pai era de origem russa e não sabia falar inglês. Por isso, quando chegou o telegrama, noticiando a morte da mãe, foi o próprio garoto que leu.
No cemitério, ele ficou olhando jogarem terra sobre o caixão de sua mãe e acreditou que nunca mais seria feliz sobre a face da Terra.
Nos dias que se seguiram, para aliviar a saudade, ele procurava lembrar os doces momentos de ternura que tivera com a mãe. Eram muito pobres. O pai mudou-se para os estados unidos fugindo do exército russo e nem sempre conseguia emprego.
Por essa razão a família vivia mais da assistência pública do que dos próprios recursos. Depois da morte da mãe, o garoto e seu irmão foram mandados para uma região de muita mata. Durante o dia eles se divertiam a correr. Quando chegava a noite, Morrie ficava olhando para o pai, esperando que ele o acariciasse. Mas o homem rude não manifestava qualquer gesto de afeto.
Morrie se sentia muito só. Sentia grande falta do carinho da mãe. Um ano depois, com apenas nove anos de idade, já se sentia um velho. Parecia carregar o peso do mundo nos ombros. Então uma imigrante romena, de feições singelas se casou com seu pai.
Foi o abraço salvador para o pequeno. Era uma mulher de muita energia. Tinha uma aura que aquecia o lar. Se o marido produzia uma atmosfera cinza, ela transformava em claridade.
Se ele fazia silêncio, ela falava. À noite, cantava para os meninos com sua voz suave, que durante o dia sabia ministrar lições. Ela cantava músicas pobres e tristes, mas os acalentava.
Eva era o seu nome e desejava boa noite aos dois com um beijo para cada um. Era um momento mágico para Morrie. Ele ficava esperando aquele beijo como um pequenino animal espera o seu prato de alimento.

A presença de Eva lhe dizia que ele tinha uma mãe de novo. Muitas vezes o único alimento que tinham era o pão. Mesmo assim, ela o ensinou a amar o estudo e a se preocupar com os outros. Eva considerava a instrução o único antídoto contra a pobreza.
Ela aprimorava seu inglês, estudando com dedicação, à noite, enquanto os garotos, sentados à mesa da cozinha, também estudavam.
Morrie cresceu e se tornou professor. Setenta anos depois, ao recordar do telegrama noticiando a morte de sua mãe, ainda sentia doer o coração, mas a lembrança de Eva lhe trazia de volta evocações ternas e doces de um tempo em que um menino assustado e carente de afeto, encontrou um colo de mãe para se aninhar e crescer em segurança.
Deus permite que haja órfãos para que lhes sirvamos de pais. Amparar essas criaturinhas, evitando que sofram fome e frio e lhes dirigir a alma, para que não despenquem no vício, é caridade.
No entanto, o mais precioso de todos os benefícios é o do amor. Nada que possa substituir uma carícia, um sorriso amistoso, uma palavra de carinho.
Por isso, perguntemos à criança que nos olha, se além de pão e agasalho, ela não deseja a proteção do nosso abraço e a música da nossa voz, dizendo-lhe: gosto muito de você.

segunda-feira, 29 de março de 2010

O GUARDA-CHUVA VERMELHO

O GUARDA-CHUVA VERMELHO "AutorTota"

 
"A seca parecia não ter fim, e uma pequena comunidade de fazendeiros do meio-oeste estava em dúvida sobre o que fazer. A chuva era importante não apenas para manter a plantação viçosa, mas também para prover meios de subsistência para os habitantes da cidade. Quando o problema se tornou mais urgente, a igreja local achou que era tempo de envolver-se e planejou uma reunião de oração para pedir chuva.
Como nos antigos rituais dos indígenas norte-americanos, as pessoas começaram a chegar à igreja. Em breve, o pastor também chegou e observou sua congregação afluindo ao local. Ele foi passando lentamente de grupo em grupo, enquanto se dirigia ao púlpito para iniciar oficialmente a reunião. Todas as pessoas que ele encontrou estavam conversando, apreciando a oportunidade de rever os amigos. Quando o pastor postou-se diante de seu rebanho, sua prioridade era silenciar o povo e dar início a reunião.
Assim que começou a pedir silêncio, ele observou uma menina de 11 anos sentada na primeira fileira. Seu rosto angelical brilhava de alegria e, ao seu lado, havia um lindo guarda-chuva vermelho, pronto para ser usado. A beleza e a inocência dessa cena fez o pastor sorrir para si mesmo quando ele se deu conta da fé daquela menina, uma fé que o restante das pessoas parecia ter esquecido. Todos haviam comparecido para orar pedindo chuva... ela, para presenciar a resposta de Deus."

O tamanho da fé desse pequena menina é algo indiscutível, talvez essa fé venha da inocência que ainda pairava sobre sua vida, sua infância.

E a sua fé, como anda?

Por mais que tenhamos perdido a inocência que tínhamos em nossa infância, não podemos perder a inocência diante das coisas de Deus, "mãos limpas e coração puro".

Cremos que vivemos a cada minuto, momentos que nos levam a ter fé e esperança. Essa menina acreditou em algo, quando parecia que ninguém acreditava. Ela teve convicção de que Deus, a quem ela amava e confiava, iria responde-la. Não sabemos ao certo como essa história terminou, mas uma coisa é certa: a oração do justo pode muito em seus efeitos.

Muitas vezes pedimos coisas ao Senhor, e elas não se realizam, sabe porquê? Por que, por muitas vezes, ao olhar para o seu coração Deus não viu a fé necessária, a fé que era preciso para que tudo o que foi pedido viesse acontecer, e também porque o que foi pedido não condizia com a Sua vontade, que é infinitamente melhor que a nossa. Deus tem dado tantos livramentos a você, são coisas tão pequenas que às vezes nem se percebe, mas tudo provém de um ato de fé, de confiança, de amor...

Por isso, a partir de hoje, ao colocar algo nas mãos do Senhor, tenha certeza de que se ele olhar para ti, Ele poderá ver um coração sincero, justo e com FÉ.

Pois sem fé, nada se realiza.

O TEMPO

O TEMPO    "AUTOR TOTA"


 
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de R$ 86.400,00.
Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.

Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz

Você iria gastar cada centavo é claro! Todos nos somos clientes deste banco que estamos falando.

Se chama "TEMPO". Todas as manhãs, é creditado para cada um 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda.

Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta.

Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!
O relógio esta correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
* Para você perceber o valor de "um ano", pergunte a um estudante que repetiu de ano.

* Para você perceber o valor de "um mês", pergunte para uma mãe que teve seu bebê prematuramente.

* Para você perceber o valor de "uma semana", pergunte a um editor de um jornal semanal.

* Para você perceber o valor de "um minuto", pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.

* Para você perceber o valor de "um segundo", pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.

* Para você perceber o valor de "um milésimo de segundo", pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma olimpíada.

Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você. Lembre-se, o tempo não espera pôr ninguém.

Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva.

Por isso é chamado de PRESENTE. 

terça-feira, 23 de março de 2010

A LARANJA

A LARANJA  "Autor ToTa "


 
Aos sete anos de idade, eu desejava muito estudar violino e mamãe, com algum sacrifício, comprou o instrumento e contratou um professor para mim.
 
Após algumas semanas, vi que não conseguia executar nenhuma melodia e que tinha de fazer exercícios por horas intermináveis.
Então eu disse a minha mãe que havia desistido e ia abandonar o estudo.

Morávamos um pouco distante da cidade e foi enquanto caminhávamos - ela fora me buscar ao término de uma das aulas - que eu lhe expliquei o motivo do meu desânimo.
Por acaso passávamos pela casa de uma pessoa amiga que possuía um formoso pomar.
- Veja, disse minha mãe, que frutas maravilhosas!

O espetáculo incendiou a minha imaginação infantil. Havia maçãs, pêras, laranjas. Os galhos pendiam de tão carregados.
- Você gostaria de experimentar uma? Mamãe me perguntou.
- Oh! Gostaria sim. Aquela laranja grande e amarela como gema de ovo.
- Pois então pegue-a.
- Mas eu não posso, por causa da cerca. Além do mais, será que a dona do pomar vai permitir?
- É mesmo. Você tem razão. Falaremos com ela.

Minha mãe chamou-a e ela consentiu, dizendo:
- O portão do pomar fica ali adiante. É só vocês darem a volta.
Mamãe agradeceu e nós subimos até o pequeno portão, que ela abriu. Corri, colhi a laranja e voltei alegremente, com ela na mão. Então mamãe me disse:
- Está vendo? Para saborearmos os frutos apetecidos é necessário gastar algum tempo e caminhar, dar algumas voltas. Aquilo que realmente desejamos quase nunca está ao alcance de nossas mãos. Você vai ver que será assim durante toda a sua vida...

Imediatamente veio-me à cabeça a história do violino.
Voltei às aulas e aos exercícios, até que fui capaz de executar as minhas melodias prediletas.
E, ao longo de toda minha vida, guardei a lição de minha mãe quanto à necessidade de se empregar o tempo e dar as voltas precisas para alcançar os objetivos.
 

FAZER O BEM !!



FAZER O BEM   "Rodrigo Magalhães "


 
Um certo homem, filho único, na juventude, perdeu seus pais e herdou um sítio que era de sua família por gerações. Neste sítio haviam muitos animais e plantas, algumas até frutíferas. Como trabalhava na cidade, não tinha tempo e pouco ia no sítio, pagava alguns caseiros, que ficavam trabalhando na casa, na criação dos animais e no cultivo das plantas, mas constantemente não faziam o que ele queria e eram sumáriamente demitidos, desta forma várias pessoas trabalharam neste lugar. Também não se casou e estava envelhecendo sozinho. Ganhava muito dinheiro e tinha muitos amigos, mas não era feliz, foi quando descobriu que estava com uma grave doença, incurável, que tiraria sua vida dali a pouco tempo, decidiu então ir morar no sítio e recuperar o tempo perdido, lá ele percebeu o quanto aquele lugar estava mal cuidado, as árvores já não eram mais como ele tinha na lembrança, os animais haviam diminuido consideravelmente, então ele resolveu cuidar do que era dele, regou as plantas, alimentos os animais e começou uma grande obra na casa, mas enfrentava problemas, pois suas mãos não eram tão fortes, então chorou amargamente e se arrependeu de não ter feito muita coisa, decidiu ir deitar e refletir, viu que aquele sítio era o seu retrato, vazio, mal cuidado e largado, pois deu mais valor ao dinheiro e ao que considerava qualidade de vida. Em meio as lágrimas de solidão, seus olhos perderam o brilho e ele morreu. A vida é assim, perdemos muito tempo com as coisas que não merecem esse cuidado e quando vamos nos dedicar ao que realmente pode nos fazer bem, percebemos que já não dá mais tempo pra ficar como queríamos, os filhos não estão mais em nossa casa, os pais já se formam, a obra já é passada. Faça alguma coisa por você enquanto ainda dá tempo, pois o mundo não vai deixar de girar, só por que você deixou de andar. Pense nisso. 

SER FELIZ OU TER RAZÃO?





Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais". E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".
MORAL DA HISTÓRIA

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?" Pense nisso e seja feliz.



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